Video – língua manhã | sinhá



o tempo novela enovela,
goles de água antecedem o golpe.
nocauteados no vasto branco
cospem a calma de ver um outro
em turva paisagem.
o veneno da pele corta
e invade o território carne alheio,
tudo vira suco, sumo, rumo
em capa de terra seca.
na súbita verdade
devoram as madeiras
estacadas nas rubras fendas.

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